Voto a distância em assembleias gera dúvidas e críticas de investidor

Por Thais Carrança e Juliana Schincariol | De São Paulo e do Rio

A primeira temporada de assembleias em que companhias listadas foram obrigadas a implementar o voto a distância levantou questionamentos e críticas de investidores, companhias e prestadores de serviços. Agora, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) colhe sugestões de melhoria do processo e estuda aprimoramentos na instrução 561, que regulou o assunto.